A tampografia é um processo de impressão por transferência indireta de tinta, a partir de um cliché gravado em baixo relevo com o motivo a ser impresso, por um tampão (almofada) de silicone.
Oferece a maior definição e precisão em traços de linhas finas, o que faz com que seja um processo muito versátil e utilizado para imprimir em superfícies cilíndricas, curvas ou planas, regulares ou irregulares.
Aplicações típicas incluem brinquedos, relógios, aparelhos electrónicos, electrodomésticos, vidrarias, brindes e outros.
A Tampografia foi inventada no século XIX, pela corte inglesa. Com um sistema rudimentar de tampões em gelatina, para decorar as vasilhas da Rainha Vitória. Nos anos de 1950, se desenvolveu ao nível industrial, inicialmente com a decoração de relógios de pulsos suíços.
Basicamente é um sistema de impressão que permite transferir figuras, palavras, desenhos, fotografias, etc. desde um baixo-relevo a uma superfície que pode ser bem plana ou bem irregular, como uma casca de noz, por exemplo. Pelo processo tampográfico é possível imprimir em qualquer superfície e material.
Vantagens da tampografia
1) Altíssima qualidade de impressão em grafismos e traços finos,
2) Possibilita impressões em superfícies irregulares, côncavas, convexas e em degraus;
3) Processo de impressão contínua, sem necessidade de constantes paragens para acerto na qualidade de impressão, permitindo uma elevada produção horária;
4) Índice mínimo de rejeição de peças, e com possível recuperação, ocasionando economia de material e ganho de produção;
5) Número extremamente elevado de impressões com o mesmo cliché, e possibilidade de impressão até 4 cores na mesma máquina.
Equipe: Amanda Nóbrega, Juliana Gomes, Marília Muniz, Marcos José, Paulo Uchôa e Rafaela Queiroz
Orientação: José Carlos de Mélo

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